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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Adaptação da Criança Com a Nova Professora


Tânia Maria de Campos Freitas
Psicopedagoga Clínica.

1. Como desconfiar que a criança pode estar com dificuldade para se adaptar à nova professora?
A criança por menor que seja, já manifesta reações de prazer ou desconforto; assim sendo os pais devem estar atentos à rotina de seus filhos, para que possam perceber qualquer alteração, mesmo as mais sutis. Se a criança estiver vivenciando uma nova situação escolar, é normal ocorrerem sinais de insegurança ou ansiedade, que devem desaparecer em um ou dois meses. Todavia, passado este período de adaptação, se persistirem mudanças comportamentais freqüentes tais como: tristeza, choro, agressividade, reclamações verbais, resistência a freqüentar a escola, regressões (xixi na cama, uso de chupeta), alterações no sono e no apetite, até febre ou dores, e que não sejam decorrentes de conflitos no ambiente familiar; é um alerta de que seu filho pode estar com problemas na escola, seja no relacionamento com a nova professora, seja com colegas ou no processo geral de aprendizagem.

2. Se o problema de adaptação ainda não foi superado, convém procurar outra escola?
Caso a criança continue apresentando um comportamento alterado, os pais devem primeiro conversar com ela e verificar o que está acontecendo; devem ainda procurar a escola e relatar a situação, para que possam avaliar se o problema se encontra na dinâmica individual, na familiar ou na instituição. A mudança de escola só se justifica, caso seja constatado de fato pela família, a inadequação da mesma para seu filho. E se a família não conseguir sentir-se segura acerca do que está ocorrendo deve procurar um profissional para que este a oriente.

3. O que fazer quando é a mãe que não está satisfeita com a professora?
Apesar da escola ser um espaço da criança, os pais precisam também se sentir seguros e confiantes, caso contrário, mesmo sem verbalizarem estarão dificultando e até mesmo impedindo a adaptação de seus filhos. Portanto o ideal é que possam ponderar sobre a questão, avaliar as suas insatisfações, procurar discuti-las na escola, objetivando uma relação mais harmoniosa, e se realmente as suas queixas tiverem fundamento o melhor é procurar um espaço mais adequado e que corresponda às expectativas de ambos, família e criança.

Tânia Maria de Campos Freitas
Psicopedagoga Clínica
Professora especialista em distúrbios de leitura, escrita e dislexia
Diretora do CPM – Centro Psicopedagógico Maranhão
Diretora de Eventos Científicos da ABD – Associação Brasileira de Dislexia

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